Livro da Editora Novo Conceito, escrito pela Carol Rifka Brunt.


Eu adorei o livro principalmente porque me identifiquei em várias partes com a protagonista  June Elbus, que narra a história e também com sua irmã Greta pelo fato de conseguir esconder tudo que está pensando, assim sou eu. Rs!  Quando o tio chama sobrinha de crocodilo por ficar pensando muito tempo antes de agir. Eu faço isso em algumas situações. Mas, não gostaria de ser chamada assim. Hahaha; A protagonista June gosta de passar momentos num bosque para “sair” da sua vida atual, e relembrar como se tivesse na idade média além desse detalhe a mais se parecer com tio Finn por ele também gostar da idade média. Ou mesmo  nesses momentos em que a narradora está vivendo se transportar para  Inglaterra para esquecer a vida. Ah! Em qualquer hora é ótimo pensar que podemos estar na Inglaterra, não? Mas, nesse caso é uma forma de fuga que temos às vezes para sair dos problemas que estamos passando.  Um trecho que eu gostei: “E olho tudo – pedras, folhas caídas, árvores mortas – como se tivesse o poder de ler aquelas coisas. Como se minha vida dependesse de entender exatamente o que o bosque tem a dizer.” Finn é um tio muito divertido e legal, sempre levava  June para o festival de pintura de retratos que dessa vez ele fez,  pintando já haviam 4 meses e no meio disso tudo sempre rolava uma “zoada” com ideia de crocodilo e que June seria uma medialista regular. 
  O livro nos coloca para pensar sobre a vida e a morte, porque um dos personagens está doente, mas mesmo assim levava a vida no bom humor. É dai que faço uma reflexão que muitas vezes estamos tão bem. E reclamamos! Isso me deu asas à imaginação para repensar que a vida passa num estante. Mas continuando sobre a história, quem não gostaria de ter um tio tão afetuoso assim como o Finn  que entende tão bem sua sobrinha. Ah! Como eu gostaria, esse livro me fez ficar emocionada com as demonstrações de afetos, de emoção que passa através de cada pagina que eu ia lendo, sem nem ter vontade de terminar.  Foi um típico livro que eu não queria ver o final, eu queria aproveitar todos os personagens, eu queria sentir o que cada um sentia ao viver aquela história e que o livro pudesse durar para sempre comigo. 

                                                        www.dear-book.net



Descrição do livro:


   Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa – 1987. Só existe uma pessoa no mundo inteiro que compreende June Elbus, de 14 anos. Essa pessoa é o seu tio, o renomado pintor Finn Weiss. Tímida na escola, vivendo uma relação distante com a irmã mais velha, June só se sente “ela mesma” na companhia de Finn; ele é seu padrinho, seu confidente e seu melhor amigo. Quando o tio morre precocemente de uma doença sobre a qual a mãe de June prefere não falar, o mundo da garota desaba. Porém, a morte de Finn traz uma surpresa para a vida de June – alguém que a ajudará a curar a sua dor e a reavaliar o que ela pensa saber sobre Finn, sobre sua família e sobre si mesma. No funeral, June observa um homem desconhecido que não tem coragem de se juntar aos familiares de Finn. Dias depois, ela recebe um pacote pelo correio. Dentro dele há um lindo bule que pertenceu a seu tio e um bilhete de Toby, o homem que apareceu no funeral, pedindo uma oportunidade para encontrá-la. À medida que os dois se aproximam, June descobre que não é a única que tem saudades de Finn. Se ela conseguir confiar realmente no inesperado novo amigo, ele poderá se tornar a pessoa mais importante do mundo para June. “Diga Aos Lobos    Que Estou Em Casa” é uma história sensível que fala de amadurecimento, perda do amor e reencontro, um retrato inesquecível sobre a maneira como a compaixão pode nos reconstruir. (http://lelivros.red/)

3 Comentários

  1. Fiquei tão feliz por ter postado na fanpage da editora que eu quis colocar o comentário deles aqui..
    "Editora Novo Conceito Olá, Helen. Obrigada pela resenha, adoramos!
    Abriremos uma nova seleção de parceiros no segundo semestre desse ano, fique de olho por aqui para não perder. E parabéns pelo blog, está muito bom."

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  2. Me parece um livro leve mas que levaríamos para a vida toda ne?
    Ótima resenha...

    www.chaeamor.com

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  3. Muito bom amiga! Gostaria de ter relações de afeto assim com a minha família. rs. Mas não existe. Fiquei interessada na leitura. Um super beijo! Tudo de maravilhoso pra você, sempre!

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